“Sem dinheiro, sem Copa do Mundo”, gritavam os trabalhadores durante os protestos realizados em várias cidades do país.
Milhares de funcionários públicos sul-africanos entraram em greve por tempo indeterminado na África do Sul. Os grevistas realizaram manifestações pelas ruas da capital do país, Johannesburgo, e em outras cidades sul-africanas, a exemplo de Durban e Cidade do Cabo. Entre as reivindicações está o reajuste salarial de 15%.
A greve, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores Municipais da África do Sul (SAMWU, na sigla em inglês), representa 130 mil trabalhadores de serviços básicos, como hospitais, coleta de lixo e licenciamento de veículos.
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