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Escolas sem aula
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9 de março de 2010 | Da redação

Não adiantou o poder judiciário atender o executivo municipal e determinar a suspensão da greve. Mesmo sob a ordem autoritária da justiça os professores de Natal decidiram continuar o movimento. O Sinte recorreu judicialmente para suspender a decisão do desembargador Henrique Baltazar, que também determinou multa de R$ 5 mil por dia no caso da continuidade da greve.

Na próxima quinta, 11, os professores participam de mais uma assembléia, às 14 horas, na Escola Estadual Winston Churchill.

No Estado os trabalhadores em educação também mantêm a greve. Nesta quarta serão realizadas manifestações em todas as regiões da cidade com o objetivo de buscar o apoio da comunidade escolar e fortalecer o movimento.

Lamentável a justiça não ter a mesma determinação de punir o poder público, responsável direto pelas péssimas condições das escolas municipais e estaduais. Os altos salários dos juizes dispensam cuidados com serviços públicos como educação e saúde. Afinal, filho de magistrado não depende de professor de escola pública nem precisa ir ao posto de saúde do bairro, sempre lotado.


OPINIÃO.......................................................................................................................................
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